Autor: ProdERGO

Novo eSocial: divulgada versão Beta do leiaute simplificado

Versão Beta está disponível para conhecimento dos desenvolvedores e usuários. Veja os principais pontos e regras que foram flexibilizados para facilitar ainda mais a prestação de informações pelos empregadores.

 

O eSocial vem passando por um processo de simplificação, inclusive para cumprimento do disposto na lei 13.874/19. A simplificação foi prevista para ocorrer em duas fases: a primeira foi feita pela flexibilização de campos e eventos; e a segunda, pela publicação de novo leiaute com redução do número de campos, eliminação de duplicidade de informação, foco na substituição de obrigações, e não exigência de informações já constante nas bases de dados governamentais.

O trabalho de simplificação buscou preservar o máximo possível os investimentos já realizados pelos empregadores, mas trouxe efetiva facilitação na forma da prestação das informações.

Veja os principais pontos da simplificação:

  • Redução do número de eventos;
  • Expressiva redução do número de campos do leiaute, inclusive pela exclusão de informações cadastrais ou constantes em outras bases de dados (ex.: FAP);
  • Ampla flexibilização das regras de impedimento para o recebimento de informações (ex.: alteração das regras de fechamento da folha de pagamento – pendências geram alertas e não erros);
  • Facilitação na prestação de informações destinadas ao cumprimento de obrigações fiscais, previdenciárias e depósitos de FGTS;
  • Utilização de CPF como identificação única do trabalhador (exclusão dos campos onde era exigido o NIS);
  • Simplificação na forma de declaração de remunerações e pagamentos.

O novo leiaute é fruto do trabalho conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho – SEPRT e da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil – RFB, conforme previsto na Nota Técnica Conjunta SEPRT/RFB nº 01/2020, que contempla o modelo de gestão do eSocial entre as duas Secretarias Especias, a ser formalizado pela alteração da Portaria nº 300, de 13 de junho de 2019.

A SEPRT e a RFB, em cooperação fundada nesse modelo de gestão conjunta, divulgam a versão Beta do leiaute do novo eSocial, ajustado de forma a facilitar o processo de modernização e simplificação do sistema, tornando o compartilhamento de informações e a execução de procedimentos relacionados ao desenvolvimento, implantação e manutenção do sistema mais célere, o que resultará em maior segurança jurídica para os usuários do sistema favorecendo, em última instância, o ambiente de negócios no país.

As Secretarias Especiais ressaltam que esta publicação se trata de versão Beta do leiaute, e que está sujeita a ajustes e correções até a publicação da versão final oficial.

 

Fonte: http://portal.esocial.gov.br

 

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Leiautes do Novo eSocial v1.0 Beta – Anexo I – Tabelas

Revisão da NR 17 avança com alguns impasses

A NR 17 (Ergonomia) foi o tema central da reunião dos dias 5 e 6 de fevereiro na reunião da Comissão Tripartite Paritária Permanente) em Brasília/DF após três rodadas anteriores de intensas discussões do Grupo de Trabalho Tripartite. “É uma norma um pouco mais difícil de negociação e de concretização em um texto, porque trata de um tema mais complexo, em que não basta definir A ou B, como, por exemplo, no caso de uma exposição a um risco químico ou físico”, observa o auditor fiscal Mauro Müller, que coordenou a equipe de governo do GTT da norma.

Segundo ele, nesta reunião da primeira semana do mês, a CTPP conseguiu consensar a maior parte dos itens que tinham ficado pendentes e estava prevista ainda para esta semana uma reunião dos coordenadores das bancadas para tentar avançar mais nos pontos ainda pendentes antes de se chegar a um possível arbitramento da Secretaria de Trabalho. Mauro complementa que a previsão do Governo é que a nova NR 17 entre em vigor juntamente com o novo normativo de GRO (Gerenciamento dos Riscos Ocupacionais) e as novas NRs 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e 9 (Agentes Ambientais) por também se tratar de uma norma de repercussão geral e, portanto, para dar coerência e harmonização ao sistema normativo.

TEMAS

Mauro adianta que, em linhas gerais, a nova NR 17 mantém os mesmos cinco temas de condições de trabalho já tratados na norma: organização do trabalho; movimentação manual de cargas; mobiliário dos postos de trabalho; máquinas, equipamentos e ferramentas manuais; e a parte de conforto no ambiente de trabalho. A principal novidade, segundo ele, é o capítulo que trata da sistemática de avaliação dos fatores de riscos ergonômicos, que passa a ter duas etapas: a Avaliação Ergonômica Preliminar e a Análise Ergonômica do Trabalho.

A avaliação preliminar diz respeito à avaliação inicial na qual a empresa vai ter liberdade para selecionar a ferramenta a ser utilizada para fazer esse levantamento de adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas do trabalhador. “É quando serão levantados todos os fatores relacionados às condições previstas na norma e, a partir dessa avaliação, já é possível adotar as medidas de prevenção, sejam as previstas na NR 17, sejam outras que a empresa considerar importantes como medidas de prevenção”, ressalta. Numa segunda etapa, se forem detectadas inadequações ou insuficiência dessas medidas ou, então, se for necessário fazer um estudo mais aprofundado das condições de trabalho, deve ser feita a AET. “A Análise Ergonômica do Trabalho passa a ser obrigatória somente nos momentos em que seja necessária uma análise mais aprofundada das condições de trabalho”, destaca.

Outro ponto da NR 17 destacado pelo auditor fiscal e que está relacionado a outras NRs revisadas é o que prevê que a AET pode ser sugerida pelo PCMSO ou pelo próprio médico do Trabalho da empresa a partir de acompanhamento epidemiológico que constate maior número de acidentes ou adoecimentos em determinadas atividades. “Outro gatilho importante previsto é em relação à análise de acidente e de doenças, agora uma obrigação que consta no GRO. Quando essa análise da própria empresa prevista no GRO indicar uma causa relacionada aos fatores ergonômicos, também vai ser necessária uma AET, ou seja, essa análise mais aprofundada”, complementa.

Na avaliação de Mauro, as mudanças na parte da avaliação dos riscos ergonômicos trarão benefícios para a prevenção na área de Ergonomia. “Diferentemente do texto de hoje, que exige que a AET, que envolve custos e é um processo mais demorado e complexo, seja sempre feita, o novo texto permite que as medidas de prevenção já sejam adotadas a partir da avaliação preliminar, resguardados, é claro, aqueles casos que precisam de uma análise mais aprofundada, que vai demandar realmente uma AET”, afirma.

RISCO PSICOSSOCIAL

Quanto à demanda da bancada dos trabalhadores que dizia respeito à inclusão de um capítulo sobre os riscos psicossociais na NR 17, Mauro relata que, após diálogos, houve consenso entre as três bancadas para que o assunto seja melhor estudado antes de qualquer tomada de decisão. Foi, então, estabelecido um cronograma que inclui a criação, pela CTPP, de um grupo de estudos em março, audiência pública em julho e apresentação de resultados dos estudos em novembro.

“Esse grupo de trabalho vai ser tripartite, mas a ideia é que seja formado por representantes técnicos capazes de aprofundar a matéria, trazer, também, a experiência de outros países, para que se possa escolher quais são os melhores caminhos para se tratar esse importante tema, seja em forma de normativo, seja em forma de campanha, como a Canpat (Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho), ou de um guia. Vai depender do trabalho desse grupo de estudos”, observa.

 

Fonte: Redação Revista Proteção

Trabalhar sentado pode ser tão prejudicial quanto fumar!

Mesmo com um regime diário de exercícios, os pesquisadores agora dizem que sentar durante a maior parte do dia pode ser fatal no longo prazo, e estão até fazendo comparações como “sentar é o novo cigarro”.

Quanto mais tempo uma pessoa passa sentada, mais propensa ela se torna a desenvolver problemas crônicos como diabetes e doenças cardiovasculares, além de outras condições adversas para a saúde. Incluindo aí uma chance maior de morrer de forma prematura, mesmo se tiver o hábito de se exercitar regularmente.

Trabalhar sentado engorda e faz mal para o coração

Outras pesquisas sugerem que o açúcar e a gordura são metabolizados de forma diferente quando estamos sentados. E é exatamente isso que faz aumentar os riscos de desenvolver diabetes, obesidade ou problemas do coração.

Permanecer sentado por períodos prolongados induz alterações bioquímicas na atividade de uma enzima chamada lipase lipoproteica. Sua função normalmente é ajudar os músculos a eliminar gorduras da corrente sanguínea.

Mas quando ficamos muito tempo sentados, esta enzima simplesmente “desliga”. O que faz com que a gordura no sangue se acumule toda em certas partes do corpo que tendem a formar depósitos. Ou seja: mais gordura e menos músculos.

Além disso, você queima 30% mais calorias quando está em pé do que quando está sentado. Se somarmos os dias, meses e anos em que a pessoa permaneceu sentada, é possível imaginar a quantidade de quilos adicionais que ela acumulou devido a isso. O que leva, invariavelmente, a um risco maior de desenvolver doenças crônicas.

Os riscos ergonômicos de trabalhar sentado

Quem quer que tenha passado um longo período nessa posição já percebeu que trabalhar sentado causa dor nas pernas, dor nas costas e outros tipos de incômodos posturais.

Isso ocorre porque, quando nos sentamos, geralmente temos a tendência de nos inclinarmos para a frente, o que acaba resultando uma curvatura inadequada da coluna. Isso acontece especialmente em funcionários de escritório, por exemplo.

Ficar sentado provoca uma pressão desigual em algumas partes do corpo, forçando a coluna, os músculos e as articulações. Além disso, pelo fato da pessoa estar encurvada, os pulmões têm menos espaço para se expandir. Isso torna a respiração limitada, reduzindo o volume de oxigênio na corrente sanguínea.

Isso inclui uma redução nos níveis de irrigação do cérebro, condição essencial para manter a concentração e a produtividade no trabalho. Isso explica por que o indivíduo vai se tornando cada vez menos produtivo ao trabalhar sentado por um longo período de tempo.

Outro problema ocorre porque, ao sentarmos, acabamos comprimindo alguns tecidos na região dos glúteos e das coxas. Permanecer muito tempo sentado corta a circulação nessas áreas, causando inchaço nas extremidades inferiores do corpo.

Quem trabalha sentado vive menos?

Ao menos é o que aponta um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Eles compilaram artigos e inquéritos da Organização Mundial da Saúde sobre o tempo médio de permanência sentado em 54 países e relacionaram esses dados com uma meta-análise publicada na revista científica PLoS ONE.

Como resultado, chegou-se à conclusão de que até 4% de todas as mortes no mundo (ou seja: cerca de 433 mil óbitos por ano) poderiam ser evitadas se as pessoas ficassem três horas a menos sentadas.

Segundo Leandro Rezende, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP e um dos autores da pesquisa, ficar sentado por quatro horas diariamente aumenta o risco de morte em 2%. Se forem cinco horas diárias, esse risco sobe para, 4%. Com seis horas horas sentado o risco é de 6%, e com sete horas, 8%.

A partir daí o risco aumenta consideravelmente: com oito horas diárias é de 13% e com nove horas chega a assombrosos 18%!

7 dicas para reduzir o tempo sentado

A seguir sugerimos algumas práticas simples para reduzir os danos à saúde ao trabalhar sentado ou permanecer muito tempo nessa posição. Confira:

• A cada meia hora de trabalho, faça pausas de um a três minutos para levantar e permanecer em pé.

• Programe o alarme do celular ou do computador para avisá-lo a cada meia hora.

• Para cada 20 minutos sentado, devemos ficar de pé por oito minutos e em movimento por ao menos dois minutos.

• Procure ficar de pé ou se exercitar enquanto estiver vendo TV ou fazendo outra atividade que permita ficar nesta posição.

• Fique em pé ou caminhe quando estiver falando ao telefone.

• Determine metas possíveis de alcançar e vá aumentando aos poucos. Por exemplo, você pode reduzir 15 ou 20 minutos do tempo em que passa sentado diariamente e a cada semana tentar aumentar um pouco esse tempo. O objetivo é cortar de duas a três horas de tempo sedentário no dia, incluindo o tempo fora do ambiente de trabalho.

• MEXA-SE durante todo o dia, todos os dias. Lembre-se que fazer uma hora diária de exercícios é ótimo mas não vai compensar os danos causados pelo tempo que você passou sentado. Movimentos frequentes e variados durante o dia ajudam a neutralizar esses danos.

 

Fonte: https://www.revistasaberesaude.com/trabalhar-sentado-pode-ser-tao-prejudicial-quanto-fumar/

Saúde Mental: Como manter no ambiente corporativo

Problemas como ansiedade, estresse e depressão são alguns dos principais casos de afastamento do trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) o Brasil é o país mais depressivo da América Latina. Ainda de acordo com a OMS, em 2016, 75 milhões de trabalhadores foram afastados de seus postos de trabalho pela doença em todo mundo.

Os problemas psicoemotivos são o segundo maior caso de abstenção no trabalho. Apesar de comuns, doenças como ansiedade, estresse e depressão, ainda são um tabu enfrentado em muitas pessoas. Alguns termos como “frescura”, infelizmente ainda são usados em situações deste tipo.

Diante de um quadro tão preocupante, essa realidade tem mudado o foco das medidas de prevenção e cuidados adotadas pelas empresas. Mais do que as condições das estações de trabalho, as atenções precisam se voltar para os aspectos mental e psicossocial que estão colaborando para o adoecimento profissional.

Uma das principais ferramentas de prevenção desses adoecimentos e acidentes de trabalho é a ergonomia, que algumas pessoas não sabem, mas vai muito além da aquisição de cadeiras e móveis adequados. Trata-se de um conjunto de conceitos e tecnologias para o ajuste do ambiente de trabalho para o ser humano para tornar mais confortável, produtiva e segura; sempre procurando adaptar a atividade profissional às pessoas. “A ergonomia busca tratar os aspectos físico, cognitivo e organizacional (mental e psicossocial), sendo esses dois últimos os que mais demandam atenção na atual realidade das organizações e relações de trabalho”, afirma o engenheiro Eduardo Marcatto, sócio fundador da ProdERGO, referência de mercado no desenvolvimento de Assessoria e Gestão em Ergonomia; Análise Ergonômica do Trabalho; Treinamentos e Palestras em Ergonomia; Fisioterapia e Ginástica Laboral.

Para o especialista, é preciso estabelecer programas de prevenção, além de estudar, identificar e encontrar sempre soluções junto aos trabalhadores para que eles convivam bem física e mentalmente no ambiente de trabalho. “As empresas estão investindo cada vez mais em programas de qualidade de vida e bem-estar a fim de proporcionar melhor desempenho e maior produtividade. Nesta hora entra a Ergonomia, que auxilia na conscientização dos funcionários e empregadores a respeito de riscos de saúde, através de soluções viáveis, tanto no custo como prazo acessível para que haja a transformação contínua e duradoura”, finaliza Marcatto.

Fonte: https://www.jornalcontabil.com.br/saude-mental-como-manter-no-ambiente-corporativo/

 

 

Entrevista para o Programa EM DISCUSSÃO – TV ALESP (TV Senado).

Você gosta de trabalhar em pé ou sentando?
Nem sempre podemos escolher, mais o que pode melhorar é a questão ergonômica!

A pauta da entrevista do Diretor Eduardo Marcatto, para o Programa EM DISCUSSÃO – TV ALESP (TV Senado) foi Ergonomia no ambiente de trabalho beneficia trabalhadores e empresários.

O programa foi ao ar dia 15/01, às 23:30hs.

A definição mais prática sobre ergonomia é: “Ergonomia visa adaptar o trabalho às pessoas”, diz Marcatto.

 

 

 

 

Aula para MBA em Ergonomia

Diretor-técnico do Grupo ProdERGO, Eduardo Marcatto, ministrou aula para MBA em Ergonomia – com participação de inscritos como aula de extensão, nos dia 24 e 25 de janeiro/2020 em parceria com a Faculdade Inspirar.

Tema ministrado: ABNT NBR ISO 11228 2 e 3

(OCRA e SNOOK & CIRIELLO)

 

 

 

 

Volta às aulas com a postura correta

 

“Peso da mochila e postura errada na hora dos estudos podem fazer mal para a saúde das crianças.”

Engenheiro especialista em Ergonomia alerta os cuidados que devem ser tomados no retorno às aulas.

Nesta época de inicio de ano, normalmente nos preocupamos muito com a escolha da escola, compra do material escolar, uniforme e acabamos deixando de lado um item que não vem em nenhuma lista.

Mas é muito importante: a Ergonomia. O peso da mala e a postura faz toda a diferença para a saúde das crianças no futuro.

E não é só isso, existem uma série de cuidados que devem ser tomados não só em sala de aula, mas também na hora de carregar os materiais e até mesmo na hora de estudar em casa.

“Poucos pais se lembram que, além de escolher a melhor escola e os melhores materiais, precisam ficar atentos aos hábitos escolares.

Alem do cuidado com a postura de seus filhos e acabam deixando isso de lado, prejudicando a saúde dos pequenos”, conta Eduardo Marcado, sócio fundador da ProdERGO.

ProdERGO é referência de mercado no desenvolvimento de Assessoria e Gestão em Ergonomia; Análise Ergonômica do Trabalho; Treinamentos e Palestras em Ergonomia; Fisioterapia e Ginástica Laboral.

VOLTA ÀS AULAS COM A POSTURA CORRETA!!

São tantas ofertas no mercado de mochilas escolares com temas de personagens, que muitas vezes é difícil convencer as crianças que nem sempre a mais bonita é a melhor escolha para a saúde.

“Nesta hora, os pais tem uma função importante de conversar com elas e explicar a importância de optar por uma mochila que irá proporcionar conforto e mais saúde a longo prazo.

Parece que não, mas os problemas realmente podem surgir no futuro”, ressalta Marcatto.

Outra atenção que devemos ter é na hora das tarefas escolares em casa.

É preciso observar como o seu filho senta para estudar, se como ele usa muita o computador para pesquisas.

“É preciso corrigir a postura dele seja na mesa de estudo ou a frente do monitor. É na infância que ele vai aprender isso e levar para a vida”, afirma o engenheiro.

Segundo o especialista, uma dica importante é reduzir os períodos em frente do computador/tablet/celular estudando ou jogando.

Deve-se ir alterando com atividades ao ar livre ou mesmo em ambientes fechados, mas com algum tipo de atividade física.

Fonte: https://www.namidia.net.br/volta-as-aulas-com-a-postura-correta/

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